08 novembro 2013

Poemeto para as Nossas Águas

e o barquinho limpinho
de papel
a flutuar tranquilo
sobre a vibração suave
do ondular das águas
para lá e para cá:
mar 
de...
mer
da...
mar 
de...
mer 
da...
mar 
de...
mer da...

Um comentário:

Janice Adja disse...

Estou tentando voltar lentamente, amei o poema.
Beijos!!!