19 dezembro 2009

Visão Final

de tuas fantásticas visões
trago o peito (de) amor... tecido
e sempre irei afoguear-me
no mar de fogo da arte
na cura de chamas românticas
das quais sempre morti... fiquei-me
morri-me vezes várias
e consegui-me curar-me jamais

contigo e tuas pupilas
de íris ocultas de sonhos
a cristais de horizontes
carregados rubros de Fim
meu espírito
que nunca será (demo)lido
verá o Final pelo Início
sublimado
em vapores de lágrima
de teu olho emocio...
nado
no teu choro ao infinito
que é onde vou-me ao jamais...
sonhado

3 comentários:

Fabi Paranhos disse...

Diferente são teus versos, gosto do que é diferente!

Este em especial, pois vivifica o amor.

Parabéns!
Um abraço.

Anônimo disse...

Sim, diferente... e sublime!

André Vieira

LIFE disse...

se desprende de tus versos una exquisita sensibilidad y un alma bellisimisa...estuve mirando tu blog, confiesos que algunas palabras no las comprendo pero le buscaré una solución, ya que la mayoría sí las entendí y son una melodía universal de un alma poeta, de un alma con mucha riqueza.Aun abrazo desde el alma .Gracias por pasar por mi blog y así permitirme enriquecerme leyendo Tus letras.Mi amistad y admiración desde Buenos Aires. Námaste.